Há Movimento: Um Poema Sobre Chuva, Tempo e Solidão

Em Há Movimento: Um Poema Sobre Chuva, Tempo e Solidão, a chuva torna-se metáfora da passagem do tempo e dos movimentos discretos que moldam a existência humana. Entre silêncios, lembranças e instantes de introspecção, o poema convida o leitor a refletir sobre a solidão, a transformação e a beleza escondida nos fluxos cotidianos da vida.

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