A ilustração hero em estilo realista cinematográfico, com a paleta azul-marinho, azul profundo, grafite, sépia e dourado envelhecido. Ambas possuem espaço negativo para aplicação do título do artigo:

ENTRE MAGIA E MECANICISMO: CURADORES, BARBEIROS-CIRURGIÕES

A ilustração no formato 16:9, com estética realista cinematográfica e a paleta solicitada. A composição representa a coexistência e a disputa entre medicina erudita, práticas populares, cirurgia manual e autoridade institucional.
A ilustração no formato 16:9 representando a pluralidade de saberes médicos na Europa moderna: medicina universitária, botica, práticas comunitárias, cirurgia, teoria dos humores, astrologia médica e observação natural.
A ilustração no formato 16:9, representando a pluralidade de saberes médicos na Europa moderna: medicina universitária, botica, práticas comunitárias, cirurgia, teoria dos humores, astrologia médica e observação natural.
A ilustração foi criada em formato 16:9, sem texto, representando a tensão entre curas populares, cuidado comunitário, medicina erudita e vigilância inquisitorial em Portugal durante o século XVIII.
A ilustração no formato 16:9, destacando o saber manual dos barbeiros cirurgiões, a aprendizagem prática, a anatomia, o teatro de dissecação e a gradual profissionalização da cirurgia.
A ilustração no formato 16:9, representando Portugal como espaço de circulação de saberes médicos, reformas universitárias, conexões imperiais e desigualdades entre universidade, porto, botica, hospital e comunidades rurais.

A ilustração no formato 16:9, representando a disputa entre conhecimento institucional, experiência prática, autoridade médica, critérios de validação e exclusão de saberes populares.

A ilustração no formato 16:9, representando a disputa entre conhecimento institucional, experiência prática, autoridade médica, critérios de validação e exclusão de saberes populares.
A ilustração no formato 16:9, sintetizando a coexistência entre medicina erudita, cirurgia prática, curas populares, anatomia, instituições e disputas pela legitimidade do conhecimento.

[1] MENEZES, Rachel Aisengart. Médicos, medicina popular e Inquisição: a repressão das curas mágicas em Portugal durante o Iluminismo. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 31, n. 1, 2015. Resenha de: WALKER, Timothy D. Médicos, medicina popular e Inquisição: a repressão das curas mágicas em Portugal durante o Iluminismo. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/JL6ChcVZjSc3HschXKkFWKM/?lang=pt. Acesso em: 4 set. 2026.

[2] DRUCKER, Charles B. Ambroise Paré and the birth of the gentle art of surgery. Yale Journal of Biology and Medicine, New Haven, v. 81, n. 4, p. 199–202, 2008. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2605308/. Acesso em: 4 set. 2026.

[3] ROYAL COLLEGE OF SURGEONS OF ENGLAND. History of the RCS. London: RCS England, [s. d.]. Disponível em: https://www.rcseng.ac.uk/about-the-rcs/history-of-the-rcs/. Acesso em: 4 set. 2026.

[4] ABREU, Laurinda. Health care and the spread of medical knowledge in the early modern Portuguese empire. Canadian Bulletin of Medical History, [s. l.], v. 37, n. 2, 2020. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7689443/. Acesso em: 4 set. 2026.

[5] FIGUEIREDO, Betânia Gonçalves. Barbeiros e cirurgiões: atuação dos práticos ao longo do século XIX. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 277–291, 1999. DOI: 10.1590/S0104-59701999000300003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/6mFBjFZmxP88tx3cSNJwzTB/?lang=pt. Acesso em: 4 set. 2026.

[6] WALKER, Timothy D. Physicians and surgeons in the service of the Portuguese Inquisition: twelve years after 177. In: WALKER, Timothy D.; outros (ed. ). Medicine and the Inquisition in the early modern world. Leiden: Brill, 2019. p. 177–206. DOI: 10.1163/9789004386464_011. Disponível em: https://brill.com/display/book/edcoll/9789004386464/BP000010.xml?language=en. Acesso em: 4 set. 2026.

[7] WALKER, Timothy D. Médicos, medicina popular e Inquisição: a repressão das curas mágicas em Portugal durante o Iluminismo. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2013.

[8] VRETENAROVA, Tsvetelina. Surgery: from the barber-surgeon era to modern times. Bulgarian Society of Medical Sciences Journal, v. 7, e153453, 2025. DOI: 10.3897/bsms.7.153453. Disponível em: https://bsms.arphahub.com/article/153453/. Acesso em: 4 set. 2026.

[9] UNIVERSIDADE DE COIMBRA. 17th to 19th centuries: Pombaline reform and the University of Coimbra. Coimbra: Universidade de Coimbra, [s. d.]. Disponível em: https://www.uc.pt/en/sobrenos/history/17th-to-19th-centuries/. Acesso em: 4 set. 2026.

[10] VESALIUS, Andreas. De humani corporis fabrica libri septem. Basel: Johannes Oporinus, 1543. Exemplar digitalizado e informações de coleção disponíveis em: https://collections.library.utoronto.ca/view/anatomia:RBAI035. Acesso em: 4 set. 2026.

[11] ROSSI, Paolo. The birth of modern science. Oxford: Blackwell, 2001.

[12] ROYAL COLLEGE OF SURGEONS OF ENGLAND. The Company of Barber-Surgeons and the separation of 1745. London: RCS England, [s. d.]. Disponível em: https://www.rcseng.ac.uk/about-the-rcs/history-of-the-rcs/. Acesso em: 4 set. 2026.

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