Há Movimento: Um Poema Sobre Chuva, Tempo e Solidão

Em Há Movimento: Um Poema Sobre Chuva, Tempo e Solidão, a chuva torna-se metáfora da passagem do tempo e dos movimentos discretos que moldam a existência humana. Entre silêncios, lembranças e instantes de introspecção, o poema convida o leitor a refletir sobre a solidão, a transformação e a beleza escondida nos fluxos cotidianos da vida.

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A fotografia sugere uma crônica sobre memória, infância, casa, passagem do tempo e aquilo que permanece quando as pessoas e os lugares mudam. A fotografia antiga segurada por mãos envelhecidas cria um diálogo muito forte entre passado e presente.

A Fotografia que o Tempo Guardou: Memória, Tempo e Identidade

A Fotografia que o Tempo Guardou é uma crônica memorialista que reflete sobre a memória, a passagem do tempo e os laços afetivos que permanecem vivos na lembrança. A partir de uma antiga fotografia de infância diante de uma casa, a narrativa conduz o leitor por uma jornada de recordações, destacando como lugares, pessoas e experiências continuam a moldar nossa identidade mesmo após profundas transformações.

Com linguagem sensível e reflexiva, o texto aborda temas como memória afetiva, infância, envelhecimento, pertencimento, história de vida e o significado das fotografias como guardiãs de momentos que o tempo não consegue apagar. Uma crônica que convida à contemplação e ao reencontro com as próprias lembranças.

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O Último Voo: Crônica de uma Execução Anunciada

O Último Voo — Crônica de uma Execução Anunciada é um conto de ficção distópica do universo de O Crepúsculo dos Homens. Em 2105, o Major Kurt Jordan recebe a missão de bombardear Orcam, uma cidade no sul da África. Após a destruição, uma denúncia desencadeia investigação, prisão e julgamento, revelando os conflitos entre guerra, obediência, poder, memória e responsabilidade humana. Leia o conto completo no CEHASC e acompanhe a trajetória de um homem diante das consequências de sua própria missão.

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A Casa que o Tempo não Levou

A crônica reflete sobre a resistência da memória diante da passagem do tempo, tomando como metáfora uma casa que permanece firme apesar das transformações ao redor. Entre lembranças, afetos e silêncios, o texto revela como os espaços guardam histórias e identidades, tornando-se testemunhas vivas daquilo que não se apaga. É uma narrativa poética que conecta tempo, memória e pertencimento, convidando o leitor a pensar sobre o que permanece quando tudo parece mudar.

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Conto Helena Senhora do Desterro

Em uma São Luís marcada pelas sombras da madrugada e pelas feridas silenciosas de uma época, Helena atravessa sete noites que se confundem entre memória, abandono, desejo e sobrevivência. Mulher lançada às margens da cidade e de si mesma, ela carrega no corpo e na lembrança as marcas de uma existência construída entre ausências, encontros passageiros e sonhos que pouco a pouco se desfazem. Cada noite revela uma camada de sua história e conduz o leitor por um território onde a solidão não é apenas um estado de espírito, mas uma condição imposta por circunstâncias sociais, afetivas e humanas.

Helena, Senhora do Desterro é uma narrativa sobre aqueles que vivem à margem das grandes histórias, mas cujas vidas também guardam memórias, dores e formas particulares de resistência. Entre as ruas antigas de São Luís, os quartos silenciosos e as sombras de uma madrugada que parece nunca terminar, Helena torna-se personagem e testemunha de um mundo que prefere esquecer seus próprios abandonados. Ao longo de sete noites, sua trajetória se transforma em uma reflexão sobre a solidão, a memória, a dignidade e o preço de permanecer viva quando quase tudo já foi perdido.

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Conexões entre Narrativas da Memória, Sociolinguística e Semiótica

Este artigo explora as interações entre narrativas da memória, práticas sociolinguísticas e interpretações semióticas, destacando como discursos e signos culturais moldam identidades coletivas e individuais. A análise evidencia o papel da linguagem como mediadora entre lembranças sociais e contextos comunicativos, revelando conexões que fortalecem a compreensão crítica da diversidade cultural e dos processos de construção simbólica na sociedade contemporânea.

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A Importância da Linguagem na Construção Humana: Estrutura, Contexto e Transformação Social

Este artigo, inspirado nas perspectivas do Centro de Estudos Histórico Antropológico Sociocultural (CEHASC), revisita fundamentos estruturalistas e socioculturais da linguagem, examina sua relevância para as relações humanas em diferentes esferas (grupos sociais, escola, espaço público e redes digitais) e discute benefícios, desafios e implicações éticas no cenário contemporâneo, marcado por disputas em torno de direitos linguísticos, inclusão, desinformação e polarização. A partir de revisão bibliográfica e análise de políticas e práticas recentes no Brasil (2025–2026), argumenta-se que a linguagem não é apenas instrumento de comunicação, mas força transformadora que exige educação linguística crítica, valorização da diversidade e políticas de multiletramentos para enfrentar assimetrias de poder e promover diálogo inclusivo.

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Crônica: A Cidade Depois das Seis

A Cidade Depois das Seis J.B. NETO Há uma hora em que as cidades mudam de rosto. Não acontece exatamente quando anoitece. A noite é apenas a consequência. A mudança começa antes, quando os comerciantes abaixam as portas, os funcionários deixam os escritórios, os últimos clientes saem das lojas e as ruas começam a perder

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Crônica O Homem que Esperava o Ônibus

Em uma noite chuvosa, um homem espera durante horas por um ônibus que parece nunca chegar. Enquanto espera, observa passageiros, vendedores, mendigos, estudantes, trabalhadores e casais atravessando a rua. A espera pelo ônibus transforma-se lentamente em uma reflexão sobre todas as coisas que ele esperou durante a vida: um emprego, um amor, uma oportunidade, uma mudança. Quando finalmente o ônibus aparece, ele já não sabe se ainda deseja embarcar.

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Crônica: A Última Mesa do Bar

Um homem frequenta durante anos o mesmo bar no centro histórico. A mesa onde se senta parece ter memória própria. Ali passaram amigos, amantes, políticos, bêbados e desconhecidos. Certa noite, ele percebe que todos desapareceram e que somente ele continua voltando. Entre observações irônicas sobre a cidade e lembranças fragmentadas, começa a suspeitar que talvez não esteja esperando alguém — talvez esteja esperando o próprio passado.
Eixo: memória, passagem do tempo e solidão.

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