Cultura, Paisagem e Pertencimento: A Geografia Simbólica do Lugar
O texto aborda como a crise ambiental global está profundamente ligada às desigualdades sociais e territoriais. Ele propõe uma reflexão crítica sobre o impacto humano no planeta, destacando que os efeitos da degradação ambiental não são distribuídos de forma equitativa.
Principais ideias:
Desigualdade ambiental: Comunidades vulneráveis, como indígenas, ribeirinhos e periféricos, sofrem mais com os impactos ambientais, apesar de contribuírem menos para a crise.
Natureza como direito: O post defende que o meio ambiente deve ser tratado como um direito humano, e não como recurso explorável.
Justiça territorial: O território é visto como espaço de disputa, onde se expressam desigualdades e resistências.
Saberes tradicionais: Práticas sustentáveis de povos originários e comunidades locais são valorizadas como alternativas viáveis e éticas.
Cultura da resistência: Ações como hortas urbanas, ocupações culturais e redes de cuidado são apresentadas como formas de transformação social e ecológica.
Mensagem final:
A justiça ambiental exige uma nova ética territorial, que reconheça a diversidade dos modos de vida e promova equidade na relação entre sociedade e natureza.
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